Depois
de muito pensar e de algum tempo sem escrever, resolvi escrever sobre algo que
eu ainda não consigo entender.
Muitos
dizem que ele é fantástico, maravilhoso, louco, doloroso, que dá calafrios, que
dá medo, que dá vontade. Dizem que nós perdemos a noção das horas, o sono, não
percebemos quando é exagerado ou ridículo, não entendemos a palavra
"limite" e perdemos o ar com mais frequência. Sim, ele mesmo, o amor.
Entretanto
é algo que na verdade é simples depois que você o conhece, algo que na verdade
eu não conheci na plenitude do seu significado. Constantemente me pergunto se
todas as pessoas que namoram se amam e se todos os que se casam sabem realmente
o que isso significa e que se eles sabem que a palavra "aceito"
poderia ser trocada por "para sempre" .
Amor
fala de preferências e compatibilidade, empatia e compromisso. Fala sobre
limites de espaço e ao mesmo tempo fala de uma entrega sem limites em prol da
felicidade do outro.
Nunca
consegui descrever uma mulher ideal para mim, colegas e amigos perguntam se eu
prefiro loiras ou morenas e etc, e a verdade é que eu realmente admiro a beleza
de todas, mas para mim, a pessoa deve ter um algo a mais do que aquilo que eu
posso ver. Indiferente a tudo, esse algo a mais é o que eu procuro.
Amor
de filme não existe, é filme e filme, por mais expressivo que possa ser, não é
real. Amor idealizado acaba porque não se pode projetar pessoas ou sentimentos
para sempre, a qualquer momento essa projeção será quebrada e depois do
"para sempre" é tarde demais. O amor é como um músculo: precisa ser
exercitado para que cresça e se não exercitar, atrofia e perde a
capacidade.
Será
que amor é seletivo? Dizem que eu escolho demais, que sou muito exigente.. pode
até ser verdade. Mas eu sei, bem lá no fundo, que um dia encontrarei uma garota
linda que é tão exigente quanto eu sou e que depois de tantas "escolhas
descartadas" a gente se encontra e finalmente acerta.
(:
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